sábado, 5 de maio de 2012

"I'm playing the game, the one that will take me to my end"


"A vida não é um jogo onde só quem testa seus limites é que leva o prêmio. Não sejamos vítimas ingênuas desta tal competitividade. Se a meta está alta demais, reduza-a. Se você não está de acordo com as regras, demita-se. Invente seu próprio jogo. Faça o que for necessário para ser feliz. Mas não se esqueça que a felicidade é um sentimento simples, você pode encontrá-la e deixá-la ir embora por não perceber sua simplicidade." (Mario Quintana)


De uma hora pra outra a mesa vira, o jogo muda. O bom humor perdeu a vez.
É quando a preguiça consegue esconder a sua boa vontade e a TPM prevalece te contando histórias sobre desequilíbrio. Porque bom senso, sorriso no rosto e piscadinha são mais difíceis de dar pra quem a gente ama do que para o porteiro, recepcionista, vizinho ou balconista, que nada tem a ver com sua vida. Os amores dos nossos caminhos são compreensivos e acabam relevando. 
Mas é egoísta. É sujo se pendurar em uma boa vontade de quem só te faz bem e reconhece seus momentos de fraqueza. 
Se sentir fraco é quase sinônimo de incapacidade. Quando se soma ao orgulho vira arrogância, mas a cabeça dura não entende. 
Coração mais parece pedra, e quando acorda dana a chorar. Mas aí o estrago já foi feito e a gente volta para a primeira rodada, deixando tudo mais difícil. 
Mas quando o maior desafio é se proteger de si mesmo, todo jogo tem um macete. E a solidão pode ser sua melhor estratégia. 

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