O
“país do futebol” está em alta. Prestes a sediar os dois maiores eventos
esportivos do mundo, o Brasil está diante dos olhares internacionais. Em meio a
conflitos internos e estereótipos externos, o país tem a oportunidade de se
mostrar tão espetacular em outros esportes quanto no futebol e também muito
participativo politicamente quanto em campo.
A
onda de protestos e manifestações chamou a atenção do povo brasileiro para a
importância demasiada do país para com a Copa e as Olimpíadas e forçou o
cumprimento, já antes indispensável, da realização destes sem prejudicar as
necessidades básicas do Brasil. Também despertou o sentimento de prioridade dos
direitos do povo sobre os eventos internacionais.
Com
a nova perspectiva da população, o legado dos jogos começa a ser deixado,
destacando os valores éticos e de cidadania que estes trazem. Um diferencial
que refletiria no novo perfil de cidadão brasileiro seria o aumento da
visibilidade para os Jogos Paraolímpicos. Seu destaque valorizaria áreas que
precisam de investimento e que fazem parte da luta nas ruas, além de
inferir maior importância para outros esportes.
É
evidente que há uma grande expectativa para o retorno que os investimentos
terão. Há uma dívida e desconfiança tanto nacional quanto internacional sobre
esta volta, mas que com as pressões internas e necessidade de boa impressão
externa, vai ser correspondida.
O equilíbrio necessário para que o país cresça e obtenha sucesso nos eventos está se desenvolvendo. E a contribuição virá de forma ambígua, amadurecendo gerações e desmascarando corrupções políticas, chegando então ao sucesso e congratulação brasileira.
O equilíbrio necessário para que o país cresça e obtenha sucesso nos eventos está se desenvolvendo. E a contribuição virá de forma ambígua, amadurecendo gerações e desmascarando corrupções políticas, chegando então ao sucesso e congratulação brasileira.
Juliana Henriques
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